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sábado, 24 de janeiro de 2015

17 prêmios Nobel adiantam o Relógio do Apocalipse em dois minutos

17 prêmios Nobel adiantam o Relógio do Apocalipse em dois minutos

Símbolo da vulnerabilidade do planeta fica a três minutos da “catástrofe global”

Desfile de armamento em Pyongyang (Coreia do Norte) em 2012. / KCNA
Um grupo de 17 cientistas premiados com o Nobel decidiu adiantar em dois minutos o Relógio do Apocalipse, uma figura simbólica que desde 1947 alerta sobre a vulnerabilidade do mundo diante de um desastre em escala planetária. O relógio está agora a três minutos da “meia-noite”: uma catástrofe global.
O relógio, criado pelo Boletim de Cientistas Atômicos da Universidade de Chicago (EUA), só se moveu 18 vezes em toda sua história. A última vez que esteve tão próximo do fim do mundo foi em 1984, com os EUA e a URSS em plena Guerra Fria. Em 1991, estava a 17 minutos.
“Em 2015, a mudança climática sem controle, a modernização global das armas nucleares e os descomunais arsenais atômicos representam extraordinárias e inegáveis ameaças à existência da humanidade”, explica o conselho científico do Boletim em sua página na Internet. Esse órgão tomou a decisão, junto com um grupo de assessores que inclui 17 nobéis e outros prestigiosos pesquisadores, como o físico britânico Stephen Hawking.
A mudança climática e os arsenais nucleares são uma ameaça para a humanidade, segundo os especialistas
“Os líderes mundiais não agiram com a velocidade e a escala necessárias para proteger a população de uma potencial catástrofe”, critica a nota. Os pesquisadores lembram que 2014 foio ano mais quente desde o início dos registros em 1880 e que 9 dos 10 anos mais quentes ocorreram desde 2000.
“Sem uma drástica mudança de rumo, os países do mundo terão emitido, no final deste século, CO2 e outros gases do efeito estufa em quantidade suficiente para transformar profundamente o clima da Terra, prejudicando milhões e milhões de pessoas e ameaçando muitos sistemas ecológicos dos quais a civilização depende”, alertam.
Os especialistas denunciam também que “os esforços para reduzir os arsenais nucleares do planeta pararam”. Enquanto os EUA e a Rússia melhoram seus depósitos atômicos, outros países com armas nucleares – como o Reino Unido, França, China, Paquistão, Índia, Israel e Coreia do Norte – unem-se “nessa modernização louca, cara e extremamente perigosa”. Os EUA gastarão 355 bilhões de dólares (917 bilhões de reais) na próxima década para realizar essa modernização, de acordo com o Boletim.
“A probabilidade de uma catástrofe global é muito alta e as ações necessárias para reduzir o risco de desastre devem ser tomadas o quanto antes”, concluem os cientistas. Entre os prêmios Nobel, encontram-se Masatoshi Koshiba, pioneiro no estudo dos neutrinos, e Leon Lederman, o físico que batizou o bóson de Higgs de “a partícula divina”.
‘Relógio do Apocalipse’ é adiantado para 23h57m e humanidade fica mais perto da extinção
É o mais perto da meia-noite que o mundo esteve desde Guerra Fria, mas perigo agora são as mudanças climáticas
POR SÉRGIO MATSUURA
22/01/2015 16:59 / ATUALIZADO 22/01/2015 20:56

Descrição: Integrantes do Boletim dos Cientistas Atômicos durante coletiva de imprensa sobre ajuste do relógio do fim do mundo Foto: WIN MCNAMEE / AFPIntegrantes do Boletim dos Cientistas Atômicos durante coletiva de imprensa sobre ajuste do relógio do fim do mundo - WIN MCNAMEE / AFP


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O fim do mundo está próximo! A depender do alerta emitido nesta quinta-feira pelo Boletim de Cientistas Atômicos (BAS, na sigla em inglês) ao adiantar em dois minutos o “Relógio do Apocalipse”, que agora marca três para meia-noite, vivemos uma situação tão perigosa quanto a da Guerra Fria. A última vez em que a situação esteve tão crítica foi em 1984, num momento em que o recrudescimento das hostilidades entre os EUA e a então União Soviética ameaçavam a humanidade com uma guerra nuclear. Desta vez, a principal ameaça vem do clima.
— Isto é sobre o fim da civilização como nós a conhecemos — disse Kennette Benedict, diretora-executiva do BAS. — A probabilidade de uma catástrofe global é muito alta, e as ações necessárias para reduzir os riscos são urgentes. As condições são tão ameaçadoras que estamos adiantando o relógio em dois minutos. Agora faltam três para a meia-noite.
A emissão de dióxido de carbono e outros gases está transformando o clima do planeta de forma perigosa, alertou Kennette, o que deixa milhões de pessoas vulneráveis ao aumento do nível do mar e a tragédias climáticas. Em comunicado, o BAS faz duras críticas aos líderes globais, que “falharam em agir na velocidade ou escala requerida para proteger os cidadãos de uma potencial catástrofe”.
O consultor e ambientalista Fabio Feldmann considera o alerta “bastante razoável” e destaca a falta de mobilização de governos e sociedades como o principal entrave.
— Se há um ano eu falasse sobre os riscos da crise hídrica em São Paulo, seria tachado de apocalíptico, mas veja a situação agora — disse Feldmann. — A realidade está superando as previsões científicas, mas não está colocando o tema na agenda. Esse é o drama.
ARMAS NUCLEARES AINDA ASSUSTAM
Além da questão climática, o BAS alerta sobre a modernização dos arsenais nucleares, principalmente nos EUA e na Rússia, quando o movimento ideal seria o de redução no número de ogivas. Estimativas mostram a existência de 16.300 armas atômicas no mundo, sendo que apenas cem seriam suficientes para causar danos de longo prazo na atmosfera do planeta.
“O processo de desarmamento chegou a um impasse, com os EUA e a Rússia aplicando programas de modernização das ogivas — minando os tratados de armas nucleares — e outros detentores se unindo nesta loucura cara e perigosa”, informou o BAS.
A organização pede que lideranças globais assumam o compromisso de limitar o aquecimento global a dois graus Celsius acima dos níveis pré-industriais e de reduzir os gastos com armamentos nucleares.
— Não estamos dizendo que é muito tarde, mas a janela para ações está se fechando rapidamente — alertou Kennette. — O mundo precisa acordar da atual letargia. acreditamos que adiantar o relógio pode inspirar mudanças que ajudem nesse processo.
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O BAS foi fundado em 1945 por cientistas da Universidade de Chicago (EUA) que participaram no desenvolvimento da primeira arma atômica, dentro do Projeto Manhattan. Dois anos depois, eles decidiram criar a iniciativa do relógio, para “prever” quão perto a humanidade estaria da aniquilação. Na época, a principal preocupação era com o holocausto nuclear, mas, a partir de 2007, a questão climática passou a ser considerada pelo grupo. As decisões de ajustar ou não o relógio são tomadas com base em consultas a especialistas, incluindo 18 vencedores do Prêmio Nobel.
Desde a criação, o “Relógio do Apocalipse” foi ajustado apenas 22 vezes. O momento mais crítico aconteceu em 1953, com o horário marcando 23h58m, por causa dos testes soviéticos e americanos com a bomba de hidrogênio. A assinatura do Tratado de Redução de Armas Estratégicas, em 1991, fez o relógio marcar 17 minutos para a meia-noite, a situação mais confortável até hoje.
O último ajuste do relógio aconteceu em 2012, para 23h55m, com o BAS alertando sobre os riscos do uso de armas nucleares nos conflitos do Oriente Médio e o aumento na incidência de tragédias naturais.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/relogio-do-apocalipse-adiantado-para-23h57m-humanidade-fica-mais-perto-da-extincao-15123391#ixzz3PkVGaAHf
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sábado, 27 de dezembro de 2014

Futuro da tecnologia: você está pronto para uma tatuagem eletrônica?

Futuro da tecnologia: você está pronto para uma tatuagem eletrônica?

Mike Elgan, Computerworld / EUA
21/03/2014 - 12h00
Grandes revoluções tecnológicas são precedidas por revoluções de materiais - e a tatuagem eletrônica está chegando com o desenvolvimento da eletrônica de flexíveis.
A Google está vendendo as operações da Motorola à chinesa Lenovo, mas guardou para si a cereja do sundae! A gigante de Mountain View manteve em casa a visionária equipe de pesquisa da Motorola, a Advanced Technology and Projects (ATAP), responsável por tocar uma lista de projetos de inovação que a empresa pretende materializar em produtos.
Um dos projetos já divulgados é o Project Ara, um telefone modular que poderia ser "fabricado" diretamente pelos consumidores por meio de impressoras 3D e especificações de código aberto que permitiria desenhar qualquer tipo de aparelho. A Google recentemente anunciou eventos de hardware em torno do projeto, que terá início em abril. A expectativa é que esse celular poderá ser comercializado já em 2015 por cerca de 50 dólares.
Mas a novidade é o projeto da Google sobre tatuagens eletrônicas. Como assim uma tatuagem eletrônica? Embora pareçam algo "ultrafuturístico", elas fazem sentido e são inevitáveis; estarão no mercado muito em breve. De fato, é quase certo que você vai testar uma dentro dos próximos cinco anos.
O que é uma tatuagem eletrônica?
Primeiro de tudo, é importante saber que elas não são tatuagens convencionais. Não há tinta, agulhas ou perfuração da pele. A razão pela qual elas são chamadas de "tatuagens" é porque elas são similares às tatuagens falsas, aqueles adesivos de pele que você encontra em pacotes de salgadinhos. 
O conceito por trás das tatuagens eletrônicas é simples. A ideia é criar um dispositivo eletrônico, geralmente algo com sensores, mais fino que uma folha de papel e mais flexível que um curativoadesivo  e que pode ser fixado na pele. O ingrediente secreto são os eletrônicos flexíveis. O principal benefício é que eles se tornam parte do corpo de uma forma não invasiva, sem dor e relativamente barata.
Elas funcionam exatamente como as tatuagens de brincadeira, só que sem água: geralmente vêm em um pedaço de plástico e, em contato com a pele, são esfregadas para que saiam do plástico, que é então retirado deixando apenas uma fina camada de fios de silício flexível colada no usuário.
Além dos sensores, a tatuagem pode recursos wireless de transmissão de dados, podendo não só enviar informações como também ser controlada por meio de um computador remoto ou smartphone.
Por que as tatuagens eletrônicas estão surgindo agora?
Quase todas as grandes revoluções tecnológicas são precedidas por uma revolução de materiais. Por exemplo, a revolução do computador deve o seu surgimento ao desenvolvimento de materiais semicondutores - incluindo o silício, que substituiu as válvulas por circuitos integrados cada vez menores.
A revolução da tatuagem eletrônica está chegando por conta do desenvolvimento da eletrônica de flexíveis miniaturizados. Há décadas tem-se trabalhado no desenvolvimento da eletrônica flexível. A maioria dos produtos eletrônicos de consumo, de telefones a câmeras digitais, contêm circuitos que são flexíveis, feitos com o objetivo de permitir a dobra de placas de circuito para que tudo caiba num espaço bem reduzido.
Nos últimos anos, tornou-se cada vez mais possível a criação de circuitos flexíveis que podem rolar, esticar e, mais importante, dobrar repetidamente sem falhar.
Para quê servem as tatuagens eletrônicas?
Os pesquisadores imaginam todo o tipo de aplicações médicas para tatuagens eletrônicas. Por exemplo, termômetros extremamente precisos que podem controlar pequenas oscilações na temperatura do corpo e disparar alarmes quando o nível estiver acima ou abaixo de um limite definido. Por serem tão finos e flexíveis, os termômetros poderiam ser usados por meses.
Dentro de alguns anos, é provável que uma única tatuagem barata seja colada ao peito de um paciente ou até mesmo no de um bebê recém-nascido para monitorar uma ampla gama de sinais vitais, incluindo frequência cardíaca, estado nutricional, temperatura corporal, hidratação e taxa de respiração.
É aí onde a maioria de nós irá encontrar tatuagens eletrônicas. A tecnologia irá iniciar com usos principalmente médicos e provavelmente se tornará algo comum na área da saúde, para em seguida evoluir para um estilo cyborg, fundindo a carne humana com sensores eletrônicos e de comunicação.
A Google, por exemplo, possui patentes específicas para uma tatuagem eletrônica que funciona como um detector de mentiras. Há também uma tatuagem para garganta, que transmite sons do órgão para um smartphone ou outro dispositivo conectado. Essa ideia pode ser realmente útil se usada como um microfone para falar em um ambiente barulhento, por exemplo.
Outra empresa chamada Electrozyme faz tatuagens eletrônicas com foco em desempenho atlético. 
Elas podem medir os níveis de lactato, que mostram o nível de fadiga muscular e também podem detectar valores de pH sobre a pele, que mostra os níveis de hidratação, além de outras métricas de valor para atletas. Imagine toda uma equipe profissional de futebol vestindo esses apetrechos e uma equipe médica monitorando os sinais vitais para fazer recomendações ao treinador e evitar cansaço e lesões.
Tatuagens eletrônicas são os mais novos computadores vestíveis. Não há como dizer o que um pedaço de eletrônico preso ao seu corpo e conectado a um smartphone pode fazer, uma vez que os desenvolvedores de aplicativos começarão a se envolver com esses projetos.
A verdadeira revolução é a eletrônica flexível
O fato surpreendente sobre as tatuagens eletrônicas é que elas são apenas um subproduto da revolução eletrônica flexível, que permitirá outras coisas boas.
Uma delas será a roupa inteligente. Serão calças, sapatos, camisas e jaquetas com computação vestível. O chefe do Google para Android, Sundar Pichai, usou recentemente o exemplo de uma "jaqueta inteligente" ao falar sobre as possibilidades do kit de desenvolvimento de software wearables que ele estava anunciando.
A eletrônica flexível permitirá a existência de dispositivos flexíveis - o primeiro grande exemplo é o smartphone curvo da LG, o Flex. Mas podemos esperar dispositivos comuns que, quando abertos, formam uma tela contínua em ambas as metades.
Haverá outros usos para eletrônica flexível, mas um dos maiores feitos será a tatuagem eletrônica. É uma ideia que estará entre nós em breve - e chegará para ficar.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Fotografia de 1926 mostra casal usando 'bastão de selfie'

Fotografia de 1926 mostra casal usando 'bastão de selfie'

Acessório do momento é visto em foto de 88 anos atrás feita por britânico.
Neto do casal diz que avô nunca comentou nada sobre o bastão.

Do G1, em São Paulo
Fotografia de 1926 mostra casal britânico usando 'bastão de selfie' para fazer autorretrato (Foto: Reprodução/Daily Mail/Alan Cleaver)Fotografia de 1926 mostra casal britânico usando 'bastão de selfie' para fazer autorretrato (Foto: Reprodução/Daily Mail/Alan Cleaver)
Uma fotografia publicada pelo jornal britânico "Daily Mail" mostra um casal usando o popular "bastão de selfie", um dos acessórios mais desejados do momento, para fazer um autorretrato... 88 anos atrás. A foto é datada de 1926 e foi encontrada por Alan Cleaver, neto dos personagens da foto, em um álbum de sua família.
A foto, que tem quase 90 anos (ela foi feita em outubro de 1926), mede cerca de 5 cm e tem a inscrição "tirada por mim". De acordo com Cleaver, seu avô não fez muitas fotografias enquanto era vivo, "mas ele começou a tirar várias após se casar na década de 1920. Nós temos alguns álbuns de fotos daquela época e a maioria é bem entediante, mas então encontramos esta na parte de trás. Ele obviamente estava tentando algo novo".
Cleaver diz que seu avô nunca falou nada sobre o seu "bastão de selfie". "Eu não tenho ideia de como ele usou isso. Vários especialistas em fotografia discutiram sobre o que ele estaria fazendo. As câmeras daquela época funcionavam com o botão de disparo no lado do aparelho. Ele provavelmente estava usando o bastão para segurar a câmera na posição".
Os "bastões de selfie" ganharam bastante popularidade no último ano, no Brasil e no mundo. A revista "Time", inclusive, chegou a nomeá-lo como uma das maiores invenções de 2014.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

NASA trabalha em projeto de casa espacial para primeira colônia humana em Marte

NASA trabalha em projeto de casa espacial para primeira colônia humana em MarteAs casas têm 93 m² e serão as instalações dos primeiros humanos no planeta vermelho

CorreioWeb - Lugar Certo
Publicação: 16/12/2014 11:52 Atualização: 16/12/2014 11:51

 (Hawaii Space Exploration Analog & Simulation/Reprodução)


De todos os corpos celestes que vagam no espaço, poucos despertam tanta curiosidade e admiração quando o nosso vizinho de Sistema Solar, Marte. O planeta está na rota da exploração espacial desde 1960, e já recebeu diversas sondas, satélites e, recentemente, o Curiosity, um robô projetado exclusivamente para explorar o solo do planeta. Apesar disso, até hoje, nenhum humano colocou os pés em Marte. 

A Nasa planeja a primeira missão tripulada para a década de 2030, mas a preparação para a viagem já começou. Próximo ao vulcão Mauna Loa, no Havaí (EUA), grupos de cientistas se revezam para passar meses numa casa localizada a 2,4 mil metros acima do mar, em um treinamento que faz parte do programa batizado de Hi-Seasque, que simula como seria o lar dos astronautas em Marte.

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Os arredores do vulcão lembram as condições de vida no planeta vermelho, que é árido e com pouca vegetação. A construção tem 93 m², seis quartos, uma cozinha, sala de estar e sala de jantar. O objetivo é descobrir quais eventuais problemas poderiam ocorrer no espaço. 

 (Hawaii Space Exploration Analog & Simulation/Reprodução)


A eletricidade é fornecida por energia solar e no dia a dia, os grupos de cientistas vivem situações que simulam as condições marcianas. Blackouts, confinamento em ambientes pequenos e uso restrito de água são algumas das dificuldades enfrentadas. A casa conta ainda com uma impressora 3D, para fazer eventuais ferramentas que possam ter sido esquecidas. 

O programa é financiado pela Nasa, Universidade do Havaí e Universidade de Cornell e a primeira fase do programa custou US$ 1,2 milhão, ou aproximadamente R$ 3 milhões.

 (Hawaii Space Exploration Analog & Simulation/Reprodução)

 (Hawaii Space Exploration Analog & Simulation/Reprodução)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Cientistas alertam para asteroides e dizem que Terra está na 'linha de tiro

Cientistas alertam para asteroides e dizem que Terra está na 'linha de tiro'

  • Há 1 hora
Foto: Thinkstock
Cientistas alertam para catástrofe global em caso de colisão
Um grupo de mais de 100 cientistas, astronautas e líderes empresariais pede às autoridades o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e destruição de asteroides que coloquem em risco a vida no planeta Terra.
Reunidos em um evento no Museu de Ciência de Londres para lançar o Dia do Asteroide, a ser celebrado a partir de 2015, os cientistas alertaram para o "catastrófico" risco de um impacto.
"Há um milhão de asteroides no sistema solar que têm o potencial de atingir a Terra e destruir uma cidade inteira. Até agora, localizamos menos de 10 mil - somente 1% - deles. Mas temos tecnologia para mudar esta situação", declarou Martin Rees, professor emérito de Cosmologia e Astrofísica da Universidade de Cambridge.
Ao lado de nomes como o guitarrista da banda Queen, Brian May, também doutor em astrofísica, Rees listou as sugestões do grupo de cientistas:
  • Empregar a tecnologia disponível para detectar e monitorar asteroides com traçado próximo à Terra e que representem ameaças à população através da ação de organizações filantrópicas e governos.
  • Acelerar em 100 vezes a descoberta e o monitoramento de asteroides que circulem próximos à Terra para um número de cerca de 100 mil (descobertas) por ano nos próximos dez anos.
  • Adoção global do Dia do Asteroide, em 30 de junho, para aumentar a consciência sobre os danos que os corpos celestes poderiam provocar e sobre a necessidade de prevenção.
Embora diga que este tipo de fenômeno é improvável, o astrofísico afirma que a Terra está "na linha de tiro".
Já o guitarrista e astrofísico Brian May disse que, embora as chances sejam pequenas, "basta um asteroide" em um milhão com risco de acertar a Terra para que ocorra uma tragédia global.
"Um corpo de 200 metros de diâmetro que caia no oceano pode provocar tsunamis que poderiam devastar toda a costa Leste dos Estados Unidos e uma parte da Europa", agregou Martin Rees.
"A cada dez milhões de anos, um corpo de alguns quilômetros de diâmetro - um asteroide ou um cometa - vai acertar a Terra, causando uma catástrofe global equivalente a milhões de bombas atômicas", concluiu Rees.
A declaração com as sugestões foi assinada por cientistas, físicos, artistas, astronautas e homens de negócios de 30 países.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O implante de chips em seres humanos já é uma realidade.


Pessoas já estão recebendo implantes de chips em vários paísesPessoas já estão recebendo implantes de chips

implante de chips em seres humanos já é uma realidade. Esta semana, uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems mostrou que cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com a Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.
Na verdade, a tecnologia já existe e está sendo testada em diferentes países. Em setembro, um grupo de australianos inseriu microchips sob a pele para poderem controlar dispositivos eletrônicos apenas com um movimento.
Ben Slater, diretor de publicidade para a Apple na Austrália, tornou-se famoso por demonstrar como os smartphones interagem com quem já usa um chip com a tecnologia RFID (Identificação por Radio- Frequência). Do tamanho de um grão de arroz, o implante subcutâneo permite que o usuário possa abrirportas, ligar e desligar luzes e uma série de outras coisas apenas com gestos, sem precisar tocar nas coisas.
O celular identifica o movimento e se “comunica” com os objetos, numa simbiose que até recentemente só era possível se ver em algum filme de ficção. Sua ação foi uma maneira de promover o lançamento do IPhone 6 na Austrália e mostrar de que maneiras o telefone se comunica com os chips.
Além de Slater e outros australianos, a tecnologia também ganhou adeptos na Suécia. Durante a conferência SIME 2014, realizada este mês em Estocolmo, voluntários suecos implantaram chips similares, que permitem a interação com aparelhos eletrônicos.
Emilott Lantz, 25, é parte de um grupo de cerca de 100 pessoas que vivem com um microchip de tecnologia RFID. Durante a SIME, onde foi debatido e apresentado os mais recentes avanços na área de tecnologia, todos os participantes interessados receberam o implante do microchip de graça. Trata-se do mesmo tipo comumente usado para rastrear animais de estimação.
O diferencial é que eles estão programados para servirem aos seres humanos como substitutos de chaves e senhas. Para Lantz, além da curiosidade, esse foi o principal motivador. Agora, ela não precisará carregar tantas chaves como de costume.
“A tecnologia não é nova, mas o assunto torna-se sensível apenas porque é no corpo humano”, disse ela. “Eu não me sinto como se isso fosse o futuro – este é o presente. Para mim, é estranho que não vimos isso ser usado antes”, conclui.
Nos Estados Unidos, um homem chamado Robert Nelson inseriu chips com a tecnologia NFC, a qual permite a troca de dados por aproximação, nas duas mãos. Uma reportagem do site ‘Ubergizmo’, mostra que Nelson já conseguiu simular pagamentos, pois é a mesma tecnologia usada no pagamento por smartphones.
De acordo com RT News esse mesmo tipo de chip NFC foi implantado por um grupo de holandeses. Eles fazem parte de um experimento comandado pelo empresário Martijn Wismeijer. Através de estruturas de vidro “biocompatíveis”, ele conseguiu implantar dois chips nas mãos que são capazes de armazenar e realizar transações com a moeda virtual “bitcoin”. Ou seja, ele literalmente não precisa mais de dinheiro ou cartões de crédito para fazer compras.
Co-fundador da empresa MrBitcoin, que é especializada em negociações com moedas virtuais, ele explica que os chips se comunicam com qualquer smartphone que rode o sistema Android. “O terminal de pagamento continua sendo o telefone, mas é possível transferir bitcoins a partir dos chips”, explica.http://youtu.be/B9HcFxTM8hI
Em vários países desenvolvidos, os benefícios de se usar chips (com fins medicinais ou não) são bastante debatidos entre os adeptos do trans-humanismo, também chamado de Humanidade +.
Esse movimento filosófico deseja explorar as inovações da ciência e tecnologia e sua relação com a humanidade. Seu objetivo é fazer a humanidade vencer as barreiras do organismo e prolongar a vida indefinidamente. O assunto foi tratado de maneiras diferentes em dois filmes lançados este ano: “Lucy”, estrelado por Scarlett Johansson, e “Transcendence – A Revolução”, com Johnny Depp. Com informações deDaily Mail e The Local