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terça-feira, 19 de maio de 2015

Microchips: implantes como um aplicativo definitivo

Microchips: implantes como um aplicativo definitivo

Posted by  on 19/05/2015
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Microchip em Humanos: Com você “sob a sua pele”
Milhares de “entusiastas” da tecnologia vão usá-lo como o aplicativo final, o que lhes permitirá desbloquear-bloquear as suas casas, carros, telefones,computadores e celulares com um simples aceno de mão. 
Mas há um porém: eles devem ter um microchip inserido em seus próprios corpos. 
“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imageme receber o SINAL na sua testa, ou na sua mão, também este beberá do vinho da ira de Deus…”.  Apocalipse 14:9-10

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Microchip em seres humanos: com você “sob a sua pele”, o tempo todo.
Iain Gillespie – Sydney, Austrália
A ideia pode parecer estranha, e até dolorosa, mas implantar um microchip em humanos parece atrair não só os amadores (n.t. e inconscientes), que se chamam biohackers, mas também e principalmente, os governos, as forças policiais, autoridades médicas e empresas de segurança.
Ele envolve o uso de uma agulha hipodérmica para injetar um microchip RFID (identificação por radiofrequência), hoje cerca do tamanho de um grão de arroz, geralmente na mão ou no pulso da pessoa. O mesmo tipo de chip é usado para rastreamento de animais de estimação perdidos.
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Os implantes enviariam um número de identificação único que pode ser usado para ativar dispositivos como telefones e fechaduras, e pode conectar-se a bancos de dados que contêm informações ilimitadas, incluindo dados pessoais, tais como nomes, endereços, registros de saúde, habitos de gastos, viagens, etc…
Os Chips RFID já estão em toda parte. Basicamente, se você tem que usar um cartão (débito ou crédito), o seu ID esta codificado na tarja magnética. Se você tocá-lo em um leitor, como acontece com Myki, tem um chip RFID com seu número nele ligado ao banco de dados relevantes com sua informação sobre ela. Os últimos cartões de crédito têm tanto as barras bem como RFID. Algumas etiquetas RFID tem uma pequena bateria ou outra fonte de energia, permitindo-lhes operar distantes centenas de metros e que eles deste modo não precisam estar na linha de visão de um leitor ótico.
Tanto quanto sabemos, este tipo de Chip ainda não pode ser feito bem pequeno o suficiente para incorporar em seres humanos. O Cientista em Cibernética Dr. Mark Gasson, da Universidade de Reading, na Grã-Bretanha, tornou-se o primeiro ser humano a ser infectado com um vírus de computador, depois que ele injetou em si mesmo um microchip em 2009 para controlar dispositivos eletrônicos em seu escritório. O vírus foi replicada nos swipecards de funcionários que acessam seu prédio e infectou o banco de dados da universidade. 
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No entanto, Gasson e outros cientistas dizem que um novo mundo com populações em massa de pessoas (chipadas) “informatizadas” é iminente e “inevitável”. Eles dizem que os dispositivos de computação complexos rotineiramente implantados em seres humanos por razões médicas também tem a tecnologia para melhorar as habilidades de pessoas saudáveis.
“Ele tem o potencial de mudar a própria essência do que é ser um ser humano”, diz Gasson. “Não é possível interagir na sociedade de hoje de forma significativa, sem ter um telefone celular. Acho que os implantes humanos de Chip vão surgir ao longo de uma rota similar. Será uma tal desvantagem não ter o implante que, essencialmente, isso não será opcional“.
No ano passado, a linha entre o homem e a máquina ficou ainda mais turva, quando a Universidade de Stanford anunciou que seus cientistas haviam criado o primeirotransistor puramente biológico que foi feito inteiramente de material genético.  O professor assistente de bioengenharia da Stanford Universuty, o Dr. de Drew Endy, descreveu a descoberta como o componente final necessário para um computador biológico que pode operar dentro de células vivas e reprogramar sistemas vivos.
Kevin Warwick, professor de cibernética da Universidade de Reading, tem um dispositivo eletrônico em seu corpo que faz a interface com o sistema nervoso, e tinha uma versão mais simples implantada no braço de sua esposa. Sinais rudimentares entre os dois provaram que a comunicação puramente eletrônica é possível entre dois sistemas nervosos humanos.
Kevin Warwick
Acima, o Professor Kevin Warwick e o seu braço com chip aciona um braço cibernético (robótico). Photo: REX
O braço “chipado” de Warwick lhe permite usá-lo através de um link de computador para operar um braço robótico em outro continente. O braço do robô vai imitar tudo o que os movimentos do braço e mão que ele faz com o braço natural. Mas a ligação com o sistema nervoso de sua esposa é tão rudimentar que ele diz que só pode saber se ela apenas moveu o braço dela.
O  empresário e ativista da internet do software livre de Melbourne, Austrália, Jonathan Oxer injetou-se com um microchip em 2004, depois de obter o mesmo kit que os veterinários usam para animais de estimação da família. Sua conta no Twitter o descreve como um cyborg em andamento.
Oxer usa o chip para operar fechaduras da casa e seu computador, e diz que depois de uma década dentro de seu corpo o implante não causou nenhum efeito colateral à sua saude. “Agora (o Chip) é como qualquer outra parte de mim. Eu nem sequer penso mais sobre isso”, diz ele.
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Jonathan Oxer injetou-se com um microchip em 2004, depois de obter o mesmo kit que os veterinários usam para animais de estimação da família
A idéia do uso de implantes eletrônicos se generalizando nos seres humanos diz respeito a Drª Katina Michael, uma professor associada da Universidade de Wollongong, que é especialista nas implicações sócio-éticas de tecnologias emergentes. “Microchips RFID são, essencialmente, uma identificação única embutido em seu corpo, e, como sabemos, os números podem ser roubados e os dados podem ser hackeados.
Trazendo um número de problemas informáticos externos para o corpo humano é um caminho cheio de perigos”, diz ela. “Eles apontam para uma sociedade em estilo super-vigilância que é estilo Big Brother do lado de dentro olhando para fora.”
Os Governos ou grandes corporações que tenham a capacidade de acompanhar (rastrear) as ações e movimentos das pessoas (chipadas), categorizá-los em diferentes grupos políticos, raciais, religiosos ou de consumo sócio-econômicas e, finalmente, até mesmo controlá-los”.
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Michael se preocupa com as pessoas sendo forçadas ou coagidas a ter um chip implantado, algo que ela diz que é provável que já tenha acontecido. “É uma preocupação que pelo menos nove Estados norte-americanos demonstram e que até agora proibiram implantes de microchips forçados”, diz ela.
Mas em 2007 uma empresa chamada VeriChip injetou cerca de 200 pacientes com o Mal de Alzheimer, muitos deles incapazes, com microchips ligados a seus registros de saúde. Os pacientes foram fornecidos por uma casa de repouso na Flórida, que se  beneficiou do patrocínio da empresa. A polêmica começou depois que foi descoberto que a empresa VeriChip conduziu o estudo sem obter a necessária aprovação do Conselho de Revisão Institucional da Flórida, que supervisiona a proteção dos seres humanos em pesquisas.
Procurador-geral do México e altos membros de sua equipe foram implantados com VeriChips dando-lhes acesso às áreas de segurança de sua sede local, e militares e policiais do país estão declaradamente próximos para serem chipados. 
Morte
“E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. Apocalipse 13:16 e 17
O Distribuidor VeriChip Solusat também anunciou um acordo com a Fundação Nacional para a Investigação de crianças perdidas e sequestradas do México, para promover a implantação de microchips nas crianças do país. Como os chips poderiam ajudar na sua localização ainda é incerto, uma vez que eles ainda não têm a tecnologia de rastreamento GPS.
A empresa VeriChip agora mudou seu nome para PositiveID  (controlada pelaApplied Digital Solutions) por causa de uma avalanche de publicidade negativa e emergiu como um desenvolvedor do que eles chamam agora por “sistemas de detecção biológica”.
Outras empresas também estão no mercado de implantes de microchips, e seus pesquisadores estão trabalhando duro para integrá-los com a tecnologia de localização via GPS. Quando eles tiverem sucesso nesse área de localização, os produtos estão previstas para ganhar um enorme mercado internacional, provavelmente o mundo inteiro.

Os opositores desta idéia estão lutando contra. “Tecnologia deste tipo é facilmente abusiva da privacidade pessoal”, diz Lee Tien, da Electronic Frontier Foundation. “Se uma criança é rastreável, você quer que os outros possam ser capazes de acompanhar o dia do seu filho? É uma enorme faca de dois gumes.”
Publicado originalmente em Maio de 2014.
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

TECNOLOGIA DA NOM: Vídeo mostra robô quadrúpede Cheetah correndo a mil em ambiente externo! Postado por: Fernando Ramos 4 de outubro de 2013 em TECNOLOGIA DO FIM 1 Comentário 10 Nosso ilustre robô Cheetah, aquele modelo quadrúpede cuja anatomia se assemelha à de um verdadeiro felino, deu um show de exibição no novo vídeo que demonstra sua funcionalidade, o qual você confere acima. O que vemos é uma bela representação do que o futuro pode aguardar. A Boston Dynamics, empresa que está cuidando da iniciativa e financiando a empreitada, batizou o modelo acima de “WildCat” (gato selvagem, em tradução livre), robô quadrúpede que é capaz de correr de duas maneiras diferentes: galopando – semelhante ao modo como os cavalos fazem – e saltando em pés atados, similar ao que outros quadrúpedes de pequeno a médio porte fazem. Além disso, o Cheetah WildCat faz ousadas viradas enquanto está correndo e com pouquíssima perda de velocidade! O robô consegue alcançar até 25 km/h com bastante eficiência. Até o barulho do motor é louvável. Não foram divulgados os detalhes de toda a montagem e como a traquitana está funcionando dentro dessa engrenagem – nem quanto tempo dura o motor. Mas que belo conjunto, não? Fonte: YouTube/BostonDynamics

segunda-feira, 13 de abril de 2015

clube de roma revela os dez reinos

2012 tempestade Este site só revela uma parte minúscula da Verdade. Clube de Roma: Futura divisão do mundo em 10 super-regiões O Clube de Roma é uma instituição internacional fundada em 1968 que produz regularmente relatórios sobre as grandes questões do mundo, como a economia, epidemias, aquecimento global, e outras. Num dos seus dois relatórios mais conhecidos, publicado em 1972 e intitulado ”Limites ao Crescimento”, afirma que “a Terra fará face a uma catástrofe iminente se a civilização humana continuar a sua presente trajectória”. No outro, publicado durante os anos 1990, intitulado ”A Primeira Revolução Global”, afirma que a situação piorou muito e que acções drásticas são requeridas, afirmando coisas como: “A democracia falhou e novas formas de governo são requeridas.”, e “um inimigo comum tem de ser encontrado, real ou inventado, para unir a Humanidade.” Declaram por fim: “procurando um novo inimigo para nos unir, achamos que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a fome e outros problemas do género são ideais para esse propósito.” A seguir estão alguns links sobre o Clube de Roma e os seus propósitos: Club of Rome Aquecimento global: Club of Rome: Ten Regions & Global Warming Fraud Global Warming Scam Mankind at the Turning Point SIDA: Club of Rome and AIDS Divisão do Mundo em 10 super-regiões político-económicas: Relatório de Setembro de 1973 - Regionalized and Adaptive Model of the Global World System Excerto do livro "Behold a Pale Horse" de William Cooper O Clube de Roma, num relatório publicado em Setembro de 1973, dividiu o Mundo em 10 regiões político-económicas, a que chama “reinos”. Essa divisão será implantada durante a década de 2010, com o fim de ser uma fase de preparação para a união política mundial, a chamada "Nova Ordem Mundial", com um governo mundial ditatorial. Essa divisão será feita como mostram as imagens abaixo. Email This BlogThis! Share to Twitter Share to Facebook Share to Pinterest Etiquetas: aquecimento global, clube de roma, governo mundial, mundo, nova ordem mundial, regiões, sida Newer Post Older Post Home

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Como a ciência prevê o 'apocalipse


  • 1 abril 2015
Diz o ditado que tudo na vida passa. E, segundo cientistas, até a própria vida algum dia desaparecerá por completo na Terra. Mas quanto tempo ainda temos diante de nós?
Os fósseis encontrados e estudados até hoje indicam que a vida na Terra já dura 3,5 bilhões de anos. Nesse período, ela enfrentou e venceu congelamentos, quedas de asteroides, nuvens tóxicas e até radiação letal.
Ou seja, acabar com a vida no planeta não é fácil.
Mas a ciência prevê que muitas situações potencialmente apocalípticas ainda estão por acontecer. Qual delas vai poderá esterilizar a Terra?

Apocalipse vulcânico

Prazo: De 0 a 100 milhões de anos.


Erupção gigantesca carregada de sais poderia acabar com a camada de ozônio

O mais perto que a vida na Terra já esteve da destruição total foi provavelmente há 250 milhões de anos, durante a grande extinção do fim do período Permiano (último período da Era Paleozóica). O acontecimento eliminou cerca de 85% de todas as espécies terrestres e 95% das aquáticas.
Ninguém sabe dizer ao certo o que aconteceu, mas não deve ser coincidência o fato de a extinção ter ocorrido em uma época de intensa atividade vulcânica na região onde hoje fica a Sibéria.
Para o geólogo Henrik Svensen, da Universidade de Oslo, na Noruega, apesar de a lava derramada pelos vulcões siberianos terem coberto uma área oito vezes maior que a Grã-Bretanha, o que realmente provocou a extinção em massa foram os sais que estão depositados no solo na região.
“Quando esquentados pela atividade vulcânica, esses sais liberaram na atmosfera uma enorme quantidade de substâncias destruidoras de ozônio”, afirma o cientista. “Em todo o planeta, as espécies tiveram que lidar com a alta radiação prejudicial que normalmente é absorvida pela camada de ozônio, e acabaram morrendo.”
Segundo Svensen, ninguém sabe quando e onde uma erupção gigantesca pode acontecer, mas é certo que ela ocorrerá.
No entanto, é improvável que todas as formas de vida sejam extintas com um fenômeno como esse, pois, apesar de plantas e animais terem sofrido com a extinção do fim do período permiano, organismos unicelulares, como as bactérias, escaparam ilesos.

Choque de asteroides

Prazo: Dentro de 450 milhões de anos.


Dependendo do local da colisão de um asteroide, nuvens causadoras do efeito estufa se formariam

Se um gigantesco asteroide conseguiu contribuir para a extinção de todos os grandes dinossauros do mundo, será que outro poderia acabar com a vida na Terra?
Bem, isso vai depender de onde o corpo celeste cair. A Terra já foi atingida por alguns asteroides bem grandes, mas sem praticamente deixar vítimas fatais. A cratera de Manicouagan, no Canadá, é um exemplo disso: é uma das maiores do mundo causadas pelo impacto de um asteroide, ocorrido há cerca de 215 milhões de anos.
Para que uma colisão atinja uma escala de extinção em massa, ela precisa acontecer em uma área rica em rochas sedimentares, mais voláteis, que tendem a lançar na atmosfera nuvens de gases causadores do efeito estufa.
A boa notícia é que impactos como esse são raros – ocorrem a cada 500 milhões de anos.

Congelamento do núcleo da Terra

Prazo: De 3 a 4 bilhões de anos.


O congelamento do núcleo faria a Terra perder seu campo magnético e sua atmosfera

No filme O Núcleo – Missão ao Centro da Terra, de 2003, o centro da Terra para de girar misteriosamente, fazendo o planeta perder seu campo magnético e ameaçando todas as formas de vida.
A premissa do filme foi ridicularizada por muitos cientistas. Mas alguns pesquisadores realmente acreditam que o campo magnético da Terra desvia partículas ionizantes vindas do Sol, que seriam prejudiciais à atmosfera. Se tiverem razão, o planeta sem campo magnético seria um planeta sem atmosfera, e toda a vida acabaria.
Já se sabe que o campo magnético da Terra está ficando mais fraco, mas isso se deve ao fato de ele estar mudando de direção, algo que ocorre periodicamente há milhões de anos.
Para Richard Harrison, cientista da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, o campo magnético terrestre não deve desaparecer em um futuro próximo, pois, para isso, o núcleo teria que se solidificar completamente.
Atualmente apenas o núcleo interno é sólido e cresce cerca de 1 milímetro por ano, enquanto o núcleo externo é líquido e tem uma espessura de 2,3 mil quilômetros.

Erupção de raios gama

Prazo: Dentro de 500 mil anos. (Ou nunca.)


Erupções de raios gama tornaram inóspitas muitas regiões do Universo

Será que estamos sozinhos no Universo? Se considerarmos que não estamos, por que ainda não conseguimos fazer contato com civilizações alienígenas? Provavelmente por causa das intensas ondas de radiação chamadas de erupções de raios gama (GRB, na sigla em inglês).
Essas erupções são formadas por intensas explosões no espaço – por exemplo, quando uma estrela gigante estoura ou quando duas estrelas se chocam. Podem durar frações de segundo ou vários minutos.
Em tese, uma erupção mais prolongada poderia destruir a camada de ozônio da Terra deixando todos os seres vivos expostos à mortal radiação ultravioleta do Sol.
Muitas regiões do espaço se tornaram inóspitas por causa da frequência com que essas erupções ocorrem, segundo um estudo publicado conjuntamente pela Universidade de Barcelona e a Universidade Hebraica de Jerusalém.
Mas nossa vizinhança está mais segura: as GRBs são mais comuns perto do centro da galáxia e em áreas onde há uma grande densidade de estrelas, e a Terra está bem distante dos dois lugares.
Se, apesar das mínimas chances, uma erupção de raios gama atingisse a Terra, seria quase impossível que todas as formas de vida desaparecessem completamente. Segundo James Annis, do laboratório americano de pesquisa em aceleração de partículas Fermilab, o oceano funcionaria como um excelente escudo contra a radiação. “Muito provavelmente, a vida nas partes mais profundas do mar seria preservada”, afirma.

Estrelas vagantes

Prazo: Possivelmente dentro dos próximos 1 milhão de anos.


Se uma estrela bater na nuvem de Oort, pode colocar objetos em rota de colisão com a Terra

Há bilhões de anos, os planetas de nosso Sistema Solar vêm realizando uma coreografia muito bem ensaiada em torno do Sol. Mas o que aconteceria se outro astro se intrometesse na dança?
A ideia pode parecer inconcebível, mas um estudo publicado em fevereiro passado, realizado pela Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, concluiu que isso já aconteceu – e há relativamente pouco tempo.
Segundo os cientistas, há 70 mil anos, por volta da época em que os primeiros hominídeos saíram da África, um planeta-anão vermelho chamado Scholz deu um passeio pela área mais remota do Sistema Solar, onde se localiza a nuvem de Oort, um amontoado de grumos de gelo que circula longe dos demais planetas.
E outros astros estão em rota de colisão com o Sistema Solar dentro dos próximos milhões de anos, de acordo com um estudo liderado por Coryn Bailer-Jones, do Instituto de Astronomia de Heidelberg, na Alemanha.
Esses astros poderiam desviar objetos da nuvem de Oort em direção à Terra, mas, como já vimos, isso não seria suficiente para afirmar que um eventual choque acabaria com a vida no planeta.
Pior seria se uma estrela vagante se tornasse uma supernova ao atravessar Oort, enviando raios gama para o centro do Sistema Solar. Ou ainda se o astro passasse pela parte do Sistema Solar onde estão os planetas, algo extremamente difícil de acontecer.

A própria vida

Prazo: 500 milhões de anos.



Cientistas já comprovaram que surgimento de algumas espécies deu fim a outras

Se há um fenômeno destruidor com o poder de eliminar todas as formas de vida na Terra, este fenômeno é a própria vida.
Essa é, pelo menos, a teoria do paleontólogo Peter Ward, da Universidade de Washington em Seattle. Batizada de hipótese de Medeia, em homenagem à figura da mitologia grega que matava os próprios filhos, a tese se baseia no argumento de que muitas das grandes extinções em massa sofridas pela Terra foram causadas pela própria vida.
Um exemplo: há 2,3 bilhões de anos, uma enorme quantidade de oxigênio foi liberada na atmosfera por novas formas de vida fotossintéticas. Até então os micróbios do planeta tinham existência anaeróbia e desapareceram por causa da nova atmosfera.
O mesmo aconteceu há 450 milhões de anos, quando as primeiras plantas terrestres modificaram a química do solo e provocaram uma era glacial.
Segundo Ward, no futuro esse tipo de efeito poderia esterilizar o planeta. O Sol está ficando cada vez mais quente e, consequentemente, a temperatura na Terra vai aumentar, acelerando as reações químicas entre o solo e o gás carbônico atmosférico.
Por fim, será removido tanto gás carbônico da atmosfera que as plantas não poderão mais realizar fotossíntese, morrendo e levando embora, em seguida, a vida animal.

Expansão do Sol

Prazo: Entre 1 e 7,5 bilhões de anos.


O Sol deve começar a se expandir até alcançar a órbita terrestre

Se nenhum desses fenômenos provocar o “apocalipse”, o Sol vai. Nossa fonte de luz, calor e energia não vai continuar sendo uma boa amiga para sempre.
Como já dissemos, o Sol está cada vez mais quente – a ponto de um dia evaporar todos os nossos oceanos e provocar um efeito estufa que vai fazer os termômetros dispararem.
Esse processo pode começar dentro de 1 bilhão de anos e poderá deixar como sobreviventes apenas os microrganismos mais resistentes.
Mas isso não é tudo: dentro de 5 bilhões de anos, o Sol vai começar a se expandir. Daqui a 7,5 bilhões de anos sua superfície alcançará a órbita terrestre, “engolindo” a Terra.
A única esperança está nas mãos dos humanos: se ainda estivermos por aqui poderemos ter a tecnologia necessária para levar a Terra para uma área mais segura do espaço.