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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Anel inteligente avisa quem está ligando e se há e-mails no celular

03/09/2014 06h00 - Atualizado em 03/09/2014 07h52

Anel inteligente avisa quem está ligando e se há e-mails no celular

'Smart Ring' mostra notificações de redes sociais em tela sensível ao toque.
Dispositivo será mostrado na feira IFA, que acontece na Alemanha.

Do G1, em São Paulo
Smart Ring da MOTA mostra notificações de redes sociais ao usuário (Foto: Divulgação/MOTA)Smart Ring da MOTA mostra notificações de redes
sociais ao usuário (Foto: Divulgação/MOTA)
Enquanto os gadgets vestíveis começam a chegar ao mercado na forma de relógios inteligentes, de pulseiras que monitoram atividades físicas ou de óculos como o Google Glass, uma empresa apresentou um acessório do tipo na forma de um anel. Ele é colocado no dedo e mostra notificações do celular do usuário, como e-mails, mensagens e quem está ligando: tudo isso em um pequeníssimo visor.
Chamado de "smart ring" (anel inteligente, em tradução), ele foi criado pela empresa MOTA(acesse aqui) e será anunciado na feira IFA, que acontece entre 5 e 10 de setembro em Berlim, na Alemanha.
O dispositivo é otimizado para smartphones Android e iOS, mas há previsão de ele ser compatível com outros aparelhos, como o Windows Phone. Por meio de um visor, o usuário sabe quantos e-mails novos ele recebeu, o nome do contato que está ligando, mensagens de texto e notificações das redes sociais Twitter, Instagram e Facebook. Para alternar entre as mensagens, basta passar o dedo na pequena tela do anel. Ele também vibra quando o usuário recebe algo novo no celular e é possível escolher diferentes padrões de vibarção para cada tipo de alerta.
Embora seja um anel, a empresa que o criou afirma que ele pode ser usando tanto por mulheres quanto por homens. Não há preço nem previsão de venda para o "smart ring".
Anel inteligente apresenta mensagens em pequena tela (Foto: Divulgação/MOTA)Anel inteligente apresenta mensagens em pequena tela (Foto: Divulgação/MOTA)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Tecnologia transforma pacote de batatas fritas em 'espião'

Tecnologia transforma pacote de batatas fritas em 'espião'

Atualizado em  7 de agosto, 2014 - 13:39 (Brasília) 16:39 GMT
Foto: MIT
O pacote de batatas foi filmado através de um vidro à prova de som
Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Microsoft e Adobe desenvolveram um algoritmo que pode reconstruir um sinal de áudio apenas analisando as minúsculas vibrações gravadas em vídeo de objetos reagindo a sons.
Cada vez que um som é emitido, as ondas acústicas fazem que os objetos ao redor deste som registrem estas pequenas vibrações, invisíveis a olho nu.
"Quando o som atinge um objeto, faz com que o objeto vibre. O movimento desta vibração cria um sinal visual muito sutil que, geralmente, é invisível a olho nu. As pessoas não percebem que há informação lá", disse Abe Davis, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.
Em uma das experiências os cientistas conseguiram recuperar sons compreensíveis, claros, a partir das vibrações recuperadas de um saco de batatas fritas fotografado a pouco mais de 4,5 metros de distância e atráves de um vidro à prova de som.
A tecnologia pode ser aplicada no mundo da espionagem, transformando vídeos de objetos vibrando em portadores de mensagens secretas que poderão ser decifradas apenas pelos que tiverem o programa adequado.

Outros objetos

Em outras experiências, os cientistas conseguiram extrair sinais de áudio a partir de vídeos de papel alumínio, da superfície de um copo d'água e até das folhas de uma planta em um vaso.
Os pesquisadores tocaram a música infatil popular Mary Had a Little Lamb ("Mary tinha um carneirinho", em tradução livre) em uma sala onde estava uma planta em um vaso.
A partir de um vídeo da planta, eles conseguiram reconstruir o som da música (ouça ao lado*).
No caso da experiência com o saco de batatas fritas, a equipe conseguiu recriar uma voz humana a partir do vídeo filmado através da parede de vidro à prova de som.
A tecnologia usada nestas experiências é parecida com a de microfones a laser, usados por espiões para escutar conversas medindo as vibrações em superfícies reflexivas.
Mas ao invés de usar um equipamento caro e altamente especializado, os pesquisadores do MIT conseguiram transformar todos os tipos de objetos em microfones.

Janelas cobertas

Os cientistas conseguiram criar um método para extrair com um algoritmo a informação necessária de gravações de vídeo feitas até com câmeras digitais simples.
Além das aplicações no setor de espionagem, Abe Davis afirma que quer investigar se o novo método pode revelar informações sobre a estrutura interna dos objetos.
"Não apenas podemos conseguir informações sobre os sons emitidos perto dos objetos, mas também sobre os próprios objetos, porque cada um responderá ao áudio de uma maneira diferente", afirmou.
Alexei Efros, professor de engenharia elétrica da Universidade da Califórnia, Berkeley, disse que o trabalho dos cientistas do MIT é inovador.
"Às vezes vemos filmes como os de James Bond e pensamos que são truques de Hollywood. Mas, de repente, já é uma realidade que parece saída de um filme. O assassino que confessou seu crime pode ser delatado pelas vibrações de seu pacote de batatas fritas", disse Efros ao jornal britânico The Guardian.
Alguns especialistas em espionagem conseguem ver outras implicações e destacam que, no futuro, poderá ser crucial cobrir todas as janelas durante uma conversa mais importante.
*Sons cedidos pelo MIT News.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Grupo judeu começa arrecadação para construção do Terceiro Templo

Grupo judeu começa arrecadação para construção do Terceiro Templo


Instituto do Templo propõe campanha online para reconstruir o templo bíblico
por Jarbas Aragão

Grupo judeu começa arrecadação para construção do Terceiro TemploComeça arrecadação para construção do Terceiro Templo
Mesmo em meio a guerra atual com o Hamas em Gaza, os membros do Instituto do Templo continuam com sua campanha mundial pela reconstrução do Beit HaMikdash (Templo Sagrado), também chamado de Terceiro Templo.
Ele recebe esse nome por que o original, edificado por Salomão, terminado em cerca de 950 a.C. foi destruído na invasão babilônica em 586 a.C., sendo substituído pelo Templo construído pelo governador Herodes, que estava em pé nos dias de Jesus, e foi demolido no ano 70 pelo exército romano.
No ano passado, o movimento pela reconstrução ganhou novo fôlego, quando foram retomados os sacrifícios rituais no local, depois novos sacerdotes levitas foram treinados pelos rabinos para recomeçar os rituais descritos no Antigo Testamento, incluindo os que exigem a novilha vermelha. Por fim, anunciou-se que todas as 102 peças do interior do templo estão prontas, incluindo o véu de separação do Santo dos Santos.
A única peça faltante é a arca da aliança, que os rabinos acreditam estar enterrada no monte do Temploe que poderia ser recuperada assim que Israel retomar controle do local.
Nos últimos 30 dias o mundo tem pedido paz para Israel e o Instituto do Templo lançou uma campanha de arrecadação online, onde qualquer pessoa pode contribuir com a solução definitiva para o conflito segundo eles. Mas a solução proposta não irá agradar os muçulmanos, pois se trata de mais uma etapa da reconstrução do Templo.
Na página do projeto no site IndieGoGo, o texto de apresentação diz que a partir de 18 dólares [cerca de R$ 40] é possível colaborar com o projeto de reconstrução do Templo, que irá inaugurar “uma nova era de harmonia e paz universal”. Usando a premissa de que o local mais sagrado para os judeus foi concebido pelo próprio Deus, afirma “Não é o suficiente esperar e orar pelo Terceiro Templo. É uma obrigação bíblica construí-lo”.
O projeto arquitetônico já existe e mescla a revelação dos textos sagrados com a tecnologia moderna. O novo Templo será totalmente informatizado, contando com estacionamento subterrâneo, controle de temperatura, elevadores, docas para transporte público, acesso para cadeirantes e outras comodidades.
O Instituto do Templo garante que seus arquitetos são estudiosos da Torá e “irão garantir que tudo é construído com os mais altos padrões modernos, seguindo as leis judaicas”. O alvo da arrecadação do IndieGoGo é de 100 mil dólares, sendo que 30 mil irão para o Sinédrio (Lishkat HaGazit). Obviamente o custo total é muito maior, mas a intenção do Instituto do Templo é abrir a oportunidade para pessoas de todo mundo contribuírem.
Um vídeo em 3D mostrando os projetos arquitetônicos foi divulgado, o qual dá uma visão do aspecto do templo num cenário onde o Domo da Rocha, sagrado para os muçulmanos, já não existe mais.
Os criadores da campanha esclarecem que a construção do Templo não será realizada com o uso de violência e que seu acesso não será restrito apenas a grupos judaicos, mas seguirá o plano original, sendo uma casa de oração para todos os povos da Terra. Afirmam ainda que “Conforme foi previsto pelos profetas, o Templo Sagrado representa a santidade da vida humana e da paz e será o centro de uma peregrinação inspiradora para todas as pessoas”.

domingo, 3 de agosto de 2014

Exército americano desenvolve bala que persegue alvo

Exército americano desenvolve bala que persegue alvo

Atualizado em  2 de agosto, 2014 - 14:15 (Brasília) 17:15 GMT
Bala (Thinkstock)
Pesquisadas há anos, balas teleguiadas são consideradas o 'santo graal' da balística
Foram necessários seis anos e US$ 25 milhões para que o Exército americano tornasse realidade algo que antes só existia em filmes: uma bala que persegue seu alvo.
O protótipo acaba de ser testado com sucesso pela Agência de Projetos de Pesquisa em Defesa Avançada (Darpa, na sigla em inglês), braço militar americano responsável por desenvolver as armas do futuro.
O vídeo da agência mostra o disparo de um rifle de calibre .50 em que o atirador mira não no alvo, mas em outro ponto próximo. Mesmo assim, a bala ajusta seu curso. O vídeo pode ser visto no link: http://bbc.in/1AL9JMZ.
A nova munição é parte do projeto Artilharia de Extrema Precisão, que tem como objetivo "melhorar a eficácia de francoatiradores e a segurança das tropas, ao permitir que os tiros sejam disparados de uma distância maior", segundo a página do projeto.
"Cada disparo que não atinge o seu objetivo põe em risco a segurança das tropas, porque alerta para a sua presença e, potencialmente, expõe sua posição."

'Santo graal' da balística

O princípio por trás da tecnologia é relativamente simples. A bala recebe sinais enquanto ainda está no ar para que altere seu curso.
"A ideia de balas teleguiadas sempre foi considerada o santo graal da tecnologia de projéteis. Mas só recentemente ficaram disponíveis os microssensores que a tornam possível", diz Christopher Shepherd, professor de Ciência Forense da Universidade de Kent e especialista em balística.
"É uma tecnologia pioneira, apesar de já ser pesquisada há anos."
A tecnologia de sistemas teleguiados já havia sido aplicada a armamentos maiores, como mísseis, mas o sucesso não tinha sido ainda possível com munições menores.
"As armas de menor calibre oferecem um espaço limitado para estes tipos de mecanismos. A mudança de massa, e da distribuição de massa, em um projétil pode alterar significativamente o seu rendimento", afirma James Shackel, especialista em balística do Instituto Forense Cranfield.
Afeganistão (AP)
Tecnologia será útil em guerras como a do Afeganistão
No caso específico da bala inteligente, a Darpa mantém em segredo como funciona o sistema de direcionamento. Mas os especialistas têm algumas pistas.
"Anéis em torno da bala podem se contrair e expandir para alterar a distribuição de massa e o fluxo de ar na superfície da bala, o que pode fazer com que ela mude de posição", teoriza Shackel.
Mesmo assim, essa mudança de direção tem limites. E as balas de um rifle de calibre .50 são algumas das maiores dentre as munições menores.
"Provavelmente só será possível mudar a direção da bala em disparos mais distantes, devido à velocidade com que a bala se move", destaca Shepherd.
"O pequeno tamanho da bala também limita a capacidade de frear sua queda de forma significativa para facilitar uma mudança maior de direção."

Guerra moderna

A deficiência do projeto está em que a tecnologia não pode ser aplicada a todos os tipos de conflitos atuais.
"A guerra moderna não é travada em campos de batalha como ocorria antes", afirma Shepherd.
De acordo com o especialista, as disputas de hoje ocorrem de duas formas. As primeiras são lutas urbanas, em contato próximo com o adversário. Nelas, este sistema seria inútil, dado o curto alcance das balas usadas.
O segundo tipo são aquelas travadas a longas distâncias, com atiradores em condições adversas, como a que opôs o Exército americano a militantes talebãs no Afeganistão, com campos montanhosos, pouca visibilidade e onde os alvos não estão na linha de visão.
"É um desafio para os atiradores usar a tecnologia atual em condições desfavoráveis, com vento forte e poeira", afirma a página oficial da Darpa.
"O novo sistema ajudará a disparar tiros a uma distância maior e atingir um alvo que talvez não esteja na linha de visão, mesmo que isso só ocorra em alguns poucos casos."


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Os BRICS se rebelam contra o FMI e criam seu próprio banco

Os BRICS se rebelam contra o FMI e criam seu próprio banco

O Banco de Desenvolvimento dos países emergentes quer rivalizar com o FMI e o Banco Mundial

Dilma Rousseff e Putin, no Rio de Janeiro no domingo. / ALEXEY NIKOLSKY /RIA NOVOSTI (EFE)
Em julho de 1944, representantes de 44 países se reuniram em um hotel em Bretton Woods, New Hampshire, Estados Unidos, para criar um novo modelo de relações comerciais e financeiras entre os principais países do mundo. Setenta anos depois, os países emergentes se cansaram de esperar uma mudança de regime das instituições financeiras internacionais que saíram daquela reunião e deram um passo à frente para mudar a ordem existente, e agora reivindicam seu novo papel na economia mundial.
Os presidentes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (que formam o acrônimo BRICS) assinam nesta terça-feira em Fortaleza, Brasil, a constituição de um banco de desenvolvimento, com um aporte inicial de 50 bilhões de dólares (cerca de 110 bilhões de reais) para formar o capital do banco e 100 bilhões (220 bilhões em reais) de capacidade de empréstimo, e um fundo de reservas de outros 100 bilhões para ajudar os países do grupo no caso de uma possível crise de liquidez, como as vividas em alguns países europeus durante a crise financeira. São 200 bilhões de dólares (moeda que será utilizada nas transações das duas organizações) para determinar o valor do grupo e dar uma demonstração de sua força econômica.
“A conclusão dessas duas iniciativas passará uma mensagem forte sobre a vontade dos BRICS de aprofundar e reforçar sua associação econômica e financeira”, destacou para a imprensa na semana passada o embaixador brasileiro José Alfredo Graça Lima. “As duas instituições financeiras criadas funcionarão de forma similar ao Banco Mundial (BM) e ao Fundo Monetário Internacional (FMI)”, afirmou. Sem dúvida, a criação do banco é um passo decisivo para a consolidação do grupo. “É importante que as maiores economias emergentes tenham sido capazes de colocar em funcionamento um projeto assim, do contrário sua credibilidade como grupo seria questionada. É um primeiro passo evidente, mas agora precisam passar para a ação”, afirma Jim O’Neill, o inventor do termo BRIC há 13 anos, quando era economista-chefe da Goldman Sachs, e atualmente pesquisador no think tank Bruegel.
A iniciativa levanta dúvidas quanto a seu alcance e sobre quão efetiva ou ineficiente será a coordenação do grupo. Sua criação demorou quase dois anos devido a divergências internas, que finalmente foram resolvidas com uma participação em partes iguais no capital, apesar da intenção inicial de que a China fosse sócia majoritária, e com a sede da entidade em Xangai. “A verdadeira questão é para que esses países realmente querem um novo banco e o que querem apoiar com ele. Não se sabe se é um mecanismo a ser explorado no sentido de assumir uma maior responsabilidade global, algo mais fácil do que conseguir mais representação no FMI ou no BM, ou se querem financiar conjuntamente projetos de infraestrutura nos países do grupo”, aponta O’Neill. “Não estou certo, só o tempo dirá.”
É um primeiro passo evidente, mas agora precisam passar para a ação”, afirma Jim O’Neill, o inventor do termo BRIC
Em 2010, o FMI aprovou uma reforma de suas cotas para dar mais peso às potências emergentes no órgão, sobretudo a China. Mas a reforma está emperrada no embate entre democratas e republicanos no Congresso dos Estados Unidos e, a essas alturas, a iniciativa se tornou até obsoleta. “É realmente ridículo e decepcionante que o Congresso norte-americano não tenha aprovado a mudança das cotas. Na verdade, o peso dado na época a alguns países emergentes ficou velho e é cada vez mais evidente que a governança global atual está muito longe de ser boa”, admite O’Neill.
Até agora os BRICS não se destacaram por uma grande capacidade de coordenação no cenário internacional, apesar de sua constituição oficial como grupo em 2009 em plena crise financeira, ainda que o protagonismo na época tenha se concentrado no G-20, agora também em declínio. “A intenção é que o banco dos BRICS se torne, com o tempo, uma alternativa ao Banco Mundial e ao FMI e que seja um novo jogador entre as instituições financeiras globais. É um objetivo ambicioso, que exigirá um grau de coordenação e harmonia que nem sempre vimos nesse grupo”, acrescenta de Nova Délhi Vivek Dehejia, professor de Economia da Universidade de Carleton, do Canadá.
Em vários artigos, Nicholas Stern, presidente do Grantham Research Institute da London School of Economics e da Academia Britânica, defendeu, ao lado do prêmio Nobel Joseph Stiglitz, a necessidade de um novo banco de desenvolvimento que dê respostas às necessidades urgentes dos países emergentes em termos de infraestrutura. Lord Stern afirma que o gasto com infraestrutura nesses países deve aumentar dos 800 bilhões de dólares atuais (mais de 1,7 trilhão de reais) para pelo menos 2 trilhões (4,4 trilhões de reais) na próxima década.
Por hora, a importância é mais por seu simbolismo geopolítico, de que os BRICS são algo mais do que um acrônimo, diz o economista Vivek Dehejia
“Do contrário, será impossível conseguir uma redução da pobreza e um crescimento inclusivo no longo prazo”, defende Stern em sua análise. As salvaguardas impostas pelo Banco e pelo Fundo em seu funcionamento, assim como as duras condições associadas a seus empréstimos, deram eficiência ao financiamento vindo desses organismos, mas não será fácil colocar em marcha um modelo de funcionamento do zero, e os desembolsos, para Dehejia, ainda vão demorar para acontecer. “Por hora, a importância é mais por seu simbolismo geopolítico, de que os BRICS são algo mais do que um acrônimo. Representa uma promessa, mas teremos de se esperar para ver como se concretiza”, acrescenta o economista indiano.